Mandato Coletivo 1313

Blog do coletivo do mandato do dep. fed. Dr. Rosinha (PT-PR)

Archive for abril 2010

De triste memória nacional, o reinado de Gilmar Mendes, felizmente, se encerra hoje

leave a comment »

O presidente do STF, Gilmar Mendes, ao lado do tucano José Serra (Foto: Gil Ferreira/STF)

Do blog Brasília, eu vi

POR LEANDRO FORTES

No fim das contas, a função primordial do ministro Gilmar Mendes à frente do Supremo Tribunal Federal foi a de produzir noticiário e manchetes para a falange conservadora que tomou conta de grande parte dos veículos de comunicação do Brasil. De forma premeditada e com muita astúcia, Mendes conseguiu fazer com que a velha mídia nacional gravitasse em torno dele, apenas com a promessa de intervir, como de fato interveio, nas ações de governo que ameaçavam a rotina, o conforto e as atividades empresariais da nossa elite colonial. Nesse aspecto, os dois habeas corpus concedidos ao banqueiro Daniel Dantas, flagrado no mesmo crime que manteve o ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda no cárcere por 60 dias, foram nada mais que um cartão de visitas. Mais relevante do que tudo foi a capacidade de Gilmar Mendes fixar na pauta e nos editoriais da velha mídia a tese quase infantil da existência de um Estado policialesco levado a cabo pela Polícia Federal e, com isso, justificar, dali para frente, a mais temerária das gestões da Suprema Corte do País desde sua criação, há mais cem anos.

Num prazo de pouco menos de dois anos, Mendes politizou as ações do Judiciário pelo viés da extrema direita, coisa que não se viu nem durante a ditadura militar (1964-1985), época em que a Justiça andava de joelhos, mas dela não se exigia protagonismo algum. Assim, alinhou-se o ministro tanto aos interesses dos latifundiários, aos quais defende sem pudor algum, como aos dos torturadores do regime dos generais, ao se posicionar publicamente contra a revisão da Lei da Anistia, de cuja à apreciação no STF ele se esquivou, herança deixada a céu aberto para o novo presidente do tribunal, ministro Cezar Peluso. Para Mendes, tal revisão poderá levar o País a uma convulsão social. É uma tese tão sólida como o conto da escuta telefônica, fábula jornalística que teve o presidente do STF como personagem principal a dialogar canduras com o senador Demóstenes Torres, do DEM de Goiás.

A farsa do grampo, publicada pela revista Veja e repercutida, em série, por veículos co-irmãos, serviu para derrubar o delegado Paulo Lacerda do comando da PF, com o auxílio luxuoso do ministro da Defesa, Nelson Jobim, que se valeu de uma mentira para tal. E essa, não se enganem, foi a verdadeira missão a ser cumprida. Na aposentadoria, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva terá tempo para refletir e registrar essa história amarga em suas memórias: o dia em que, chamado “às falas” por Gilmar Mendes, não só se submeteu como aceitou mandar para o degredo, em Portugal, o melhor e mais importante diretor geral que a Polícia Federal brasileira já teve. O fez para fugir de um enfrentamento necessário e, por isso mesmo, aceitou ser derrotado. Aliás, creio, a única verdadeira derrota do governo Lula foi exatamente a de abrir mão da política de combate permanente à corrupção desencadeada por Lacerda na PF para satisfazer os interesses de grupos vinculados às vontades de Gilmar Mendes.

O presidente do STF deu centenas de entrevistas sobre os mais diversos assuntos, sobretudo aqueles sobre os quais não poderia, como juiz, jamais se pronunciar fora dos autos. Essa é, inclusive, a mais grave distorção do sistema de escolha dos nomes ao STF, a de colocar não-juízes, como Mendes, na Suprema Corte, para julgar as grandes questões constitucionais da nação. Alheio ao cargo que ocupava (ou ciente até demais), o ministro versou sobre tudo e sobre todos. Deu força e fé pública a teses as mais conservadoras. Foi um arauto dos fazendeiros, dos banqueiros, da guarda pretoriana da ditadura militar e da velha mídia. Em troca, colheu farto material favorável a ele no noticiário, um relicário de elogios e textos laudatórios sobre sua luta contra o Estado policial, os juízes de primeira instância, o Ministério Público e os movimentos sociais, entre outros moinhos de vento vendidos nos jornais como inimigos da democracia.

Na imprensa nacional, apenas CartaCapital, por meio de duas reportagens (“O empresário Gilmar” e Nos rincões de Mendes”), teve coragem de se contrapor ao culto à personalidade de Mendes instalado nas redações brasileiras como regra de jornalismo. Por essa razão, somos, eu e a revista, processados pelo ministro. Acusa-nos, o magistrado, de má fé ao divulgar os dados contábeis do Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP), uma academia de cursinhos jurídicos da qual Mendes é sócio. Trata-se de instituição construída com dinheiro do Banco do Brasil, sobre terreno público praticamente doado pelo ex-governador do DF Joaquim Roriz e mantido às custas de contratos milionários fechados, sem licitação, com órgãos da União.

Assim, a figura de Gilmar Mendes, além de tudo, está inserida eternamente em um dos piores momentos do jornalismo brasileiro. E não apenas por ter sido o algoz do fim da obrigatoriedade do diploma para se exercer a profissão, mas, antes de tudo, por ter dado enorme visibilidade a maus jornalistas e, pior ainda, fazer deles, em algum momento, um exemplo servil de comportamento a ser seguido como condição primordial de crescimento na carreira. Foi dessa simbiose fatal que nasceu não apenas a farsa do grampo, mas toda a estrutura de comunicação e de relação com a imprensa do STF, no sombrio período da Idade Mendes.

Emblemática sobre essa relação foi uma nota do informe digital “Jornalistas & Companhia”, de abril de 2009, sobre o aniversário do publicitário Renato Parente, assessor de imprensa de Gilmar Mendes no STF (os grifos são originais):

“A festa de aniversário de 45 anos de Renato Parente, chefe do Serviço de Imprensa do STF (e que teve um papel importante na construção da TV Justiça, apontada como paradigma na área da tevê pública), realizada na tarde do último domingo (19/4), em Brasília, mostrou a importância que o Judiciário tem hoje no cenário nacional. Estiveram presentes, entre outros, a diretora da Globo, Sílvia Faria, a colunista Mônica Bergamo, e o próprio presidente do STF, Gilmar Mendes, entre outros.”

Olha, quando festa de aniversário de assessor de imprensa serve para mostrar a importância do Poder Judiciário, é sinal de que há algo muito errado com a instituição. Essa relação de Renato Parente com celebridades da mídia é, em todos os sentidos, o pior sintoma da doença incestuosa que obriga jornalistas de boa e má reputação a se misturarem, em Brasília, em cerimônias de beija-mão de caráter duvidoso. Foi, como se sabe, um convescote de sintonia editorial. Renato Parente é o chefe da assessoria que, em março de 2009, em nome de Gilmar Mendes, chamou o presidente da Câmara, deputado Michel Temer (PMDB-SP), às falas, para que um debate da TV Câmara fosse retirado do ar e da internet. Motivo: eu critiquei o posicionamento do presidente do STF sobre a Operação Satiagraha e fiz justiça ao trabalho do delegado federal Protógenes Queiroz, além de citar a coragem do juiz Fausto De Sanctis ao mandar prender, por duas vezes, o banqueiro Daniel Dantas.

Certamente em consonância com o “paradigma na área de tevê pública” da TV Justiça tocada por Renato Parente, a censura na Câmara foi feita com a conivência de um jornalista, Beto Seabra, diretor da TV Câmara, que ainda foi mais além: anunciou que as pautas do programa “Comitê de Imprensa”, a partir dali, seriam monitoradas. Um vexame total. Denunciei em carta aberta aos jornalistas e em todas as instâncias corporativas (sindicatos, Fenaj e ABI) o ato de censura e, com a ajuda de diversos blogs, consegui expor aquela infâmia, até que, cobrada publicamente, a TV Câmara foi obrigada a capitular e recolocar o programa no ar, ao menos na internet. Foi uma das grandes vitórias da blogosfera, até então, haja vista nem um único jornal, rádio ou emissora de tevê, mesmo diante de um gravíssimo caso de censura e restrição de liberdade de expressão e imprensa, ter tido coragem de tratar do assunto. No particular, no entanto, recebi centenas de e-mails e telefonemas de solidariedade de jornalistas de todo o país.

Não deixa de ser irônico que, às vésperas de deixar a presidência do STF, Gilmar Mendes tenha sido obrigado, na certa, inadvertidamente, a se submeter ao constrangimento de ver sua gestão resumida ao caso Daniel Dantas, durante entrevista no youtube. Como foi administrada pelo Google, e não pelo paradigma da TV Justiça, a sabatina acabou por destruir o resto de estratégia ainda imaginada por Mendes para tentar passar à história como o salvador da pátria ameaçada pelo Estado policial da PF. Ninguém sequer tocou nesse assunto, diga-se de passagem. As pessoas só queriam saber dos HCs a Daniel Dantas, do descrédito do Judiciário e da atuação dele e da família na política de Diamantino, terra natal dos Mendes, em Mato Grosso. Como último recurso, a assessoria do ministro ainda tentou tirar o vídeo de circulação, ao menos no site do STF, dentro do sofisticado e democrático paradigma de tevê pública bolado por Renato Parente.

Como derradeiro esforço, nos últimos dias de reinado, Mendes dedicou-se a dar entrevistas para tentar, ainda como estratégia, vincular o próprio nome aos bons resultados obtidos por ações do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), embora o mérito sequer tenha sido dele, mas de um juiz de carreira, Gilson Dipp. Ministro do Superior Tribunal de Justiça e corregedor do órgão, Dipp foi nomeado para o cargo pelo presidente Lula, longe da vontade de Gilmar Mendes. Graças ao ministro do STJ, foi feita a maior e mais importante devassa nos tribunais de Justiça do Brasil, até então antros estaduais intocáveis comandados, em muitos casos, por verdadeiras quadrilhas de toga.

É de Gilson Dipp, portanto, e não de Gilmar Mendes, o verdadeiro registro moralizador do Judiciário desse período, a Idade Mendes, de resto, de triste memória nacional.

Mas que, felizmente, se encerra hoje.

Anúncios

Written by Fernando César Oliveira

23/04/2010 at 00:37

Publicado em Artigos

Em seu telejornal, RPC registra posição de Dr. Rosinha pela saída de Justus e Curi

leave a comment »

A edição da última quinta-feira do telejornal “Paraná TV 2ª Edição” registou o posicionamento do mandato a favor do afastamento de Nelson Justus (DEM) e Alexandre Curi (PMDB), respectivamente, dos cargos de presidente e primeiro-secretário da Assembleia Legislativa do Paraná.

Assista ao vídeo:

Saiba mais:
Justus e Curi devem ser afastados, defende Dr. Rosinha
Dr. Rosinha quer Nelson Justus fora da Assembleia (O Estado/Tribuna do Paraná)
Escândalos da Assembleia completam um mês sem explicações (Gazeta do Povo)

Written by Fernando César Oliveira

17/04/2010 at 22:36

Publicado em Vídeos

De Collor a Serra, o panfleto ‘Veja’, sempre abraçado à direita

with 19 comments

:: Atualizado às 11h40 de 23 de abril de 2010

A seguir, uma pequena amostra do #JornalismoDeEsgoto da revista ‘Veja’, planfleto de direita que circula semanalmente nas bancas do país. Confira como a mesma revista que insuflou a candidatura Collor, foi dócil com FHC, tentou emplacar Alckmin e, agora, Serra.

As capas abaixo vão de 1988 (“Collor de Mello, o caçador de marajás”) a abril de 2010 (“Serra e o Brasil pós-Lula”).

Como contraste, uma outra amostra menor de como ‘Veja’ trata Lula, já como presidente da República.

Para saber mais sobre a revista ‘Veja’ e seu jornalismo de esgoto, duas leituras imperdíveis:

O caso de Veja, por Luís Nassif

Campanha Veja que Mentira


Via blog “Diário de Bordo“, descobrimos que a mais recente capa de Veja é um plágio da capa da revista “Time” após a vitória de Obama.

Confira:


Além de fazer propaganda de José Serra (PSDB) em sua capa, a editora Abril foi além. Como demonstrou o blog Conversa Afiada, mantido pelo jornalista Paulo Henrique Amorim, a empresa imprimiu cartazes que já podem ser vistos em algumas bancas da cidade de São Paulo.

Confira:

Vale lembrar as eleições de 2006, quando, entre o primeiro e o segundo turno, a mesma Editora Abril espalhou pelo país um outdoor com a capa que ostentava a foto de Geraldo Alckmin (PSDB), então candidato à Presidência da República, com a manchete pra lá de positiva: “O desafiante”.

Confira:

Dias após a veiculação da propaganda ilegal acima, a Justiça Eleitoral determinaria a retirada dos outdoors, conforme matérias de arquivo da Folha Online e Conjur.

E, para completar a sessão de bizarrices da semana, a revista Veja festeja (!) o ‘viral’ em que sua capa teria se transformado. “A fisionomia sorridente e descontraída do tucano levou muita gente a imitar sua pose no site”, dia a revista, mais uma vez desmascarada, incluída aí a própria autora da ironia não percebida ou omitida por Veja e outros.

Como a Veja o mundo (via Tulio Vianna):

Como o Professor Hariovaldo o mundo:

O mundo, e a crítica da autora do blog ‘Pergunte ao Pixel’, Cristina Lopes:

[…]
Você viu a foto do Serra na Veja desta semana? Meigo. Imitando descaradamente a foto do Obama na Time. Como ainda se faz esse tipo de ridículo, não entendo. Lembro quando uma prima foi pela primeira vez a New York e voltou contando que havia um apresentador com um programa igualzinho ao do Jô Soares. E eu morri de vergonha alheia pelo Jô – imitar a paradinha da banda era demais pra minha cabeça. Mas agora, gente, temos a internet. Qualquer deslize será apontado e maximizado.

O ridículo da capa da Veja, pra mim, nem é a tentativa de meiguice num rosto reconhecidamente carrancudo – apesar de ser patética a tentativa de seguir a estratégia do Lulinha Paz e Amor de 2002. É a cópia, colonizada, da Time. Veja o que nos espera – um trocadalho do carilho, hein?

E tendo batido papo sobre isso, ou nem tudo, no twitter, propus ontem uma campanha zombeteira: mude seu avatar, imitando a foto do Serra na capa da Veja. Vários tuiteiros – ok, mulherada a maioria – adotaram. A timeline, como você pode ver pelo print screen acima, ficou toda meiga.

É só uma besteira, um motivo pra dar aquele sorrisinho de canto de boca no meio do dia. Sincero.

[…]

http://pergunteaopixel.blogspot.com/2010/04/meiguice.html

Written by Fernando César Oliveira

17/04/2010 at 15:43

Publicado em Mídia

Tagged with

Justus e Curi devem ser afastados, defende Dr. Rosinha

with one comment

O primeiro-secretário da Assembleia, Alexandre Curi (em pé), e o presidente, Nelson Justus (Foto: Albari Rosa/Gazeta do Povo)

Via drrosinha.com.br

O deputado federal Dr. Rosinha (PT-PR) defendeu nesta quinta-feira (15/4) o afastamento imediato dos deputados estaduais Nelson Justus (DEM) e Alexandre Curi (PMDB), respectivamente, dos cargos de presidente e primeiro-secretário da Assembleia Legislativa do Paraná.

“Depois de tantas e graves denúncias, a manutenção de Justus e Curi na direção do poder Legislativo é algo indefensável”, avalia Dr. Rosinha. “Como ambos não estão propensos a sair espontaneamente, e nem os deputados estaduais parecem querer fazê-lo, o Ministério Público e as autoridades do Judiciário deveriam promover esse afastamento imediato.”

O deputado federal argumenta que a permanência de Justus e Curi no comando da Casa, além de impedir a isenção das investigações, é um fator a desmoralizar o conjunto dos deputados estaduais e a própria política, perante a opinião pública.

Há exatamente um mês, uma série de reportagens do jornal “Gazeta do Povo”, em parceria com a RPCTV, começou a revelar provas de escândalo milionário de corrupção na Assembleia paranaense. Entre as irregularidades estão o uso de laranjas, contratação de funcionários fantasmas, publicação secreta de Diários Oficiais e desvios de recursos.

No último dia 19 de março, o deputado Dr. Rosinha protocolou requerimento em que solicitou à Polícia Federal (PF) a abertura de um inquérito sobre as denúncias. Na semana seguinte, a PF anunciou sua entrada no caso.

“Até para pressionar os agentes e promotores que estão à frente das investigações, e também os juízes, é fundamental a realização de protestos como o feito por estudantes e trabalhadores nesta semana”, avalia Dr. Rosinha. “No Distrito Federal, Arruda só foi parar na cadeia porque o povo de Brasília se mobilizou, foi às ruas, disse não à impunidade.” Continue lendo »

Written by Fernando César Oliveira

16/04/2010 at 13:19

Dr. Rosinha: ‘Criminosos são os que tentam criminalizar os movimentos sociais’

leave a comment »

Ao lado de João Pedro Stedile, membro da coordenação nacional do MST, e do professor Sérgio Sauer, da UnB, Dr. Rosinha, na condição de coordenador da Frente Parlamentar da Terra, participou de uma audiência pública na Comissão de Legislação Participativa da Câmara dos Deputados.

A audiência debateu a reforma agrária e os conflitos no campo brasileiro.

Assista a um trecho da fala de Dr. Rosinha:

Para saber mais sobre a audiência pública:
Concentração de terra demonstra desigualdades sociais do Brasil (Portal Vermelho)
MST defende mudanças no modelo de reforma agrária (Agência Câmara)
“Reforma Agrária precisa de programa de agroindústrias” (Portal do MST)
Petistas criticam CNA por ação preventiva contra o MST (PT na Câmara)

Written by Fernando César Oliveira

16/04/2010 at 12:59

Publicado em Vídeos

Tagged with

Dr. Rosinha no Jornal da CBN: ‘Por que os ruralistas se opõem à PEC do Trabalho Escravo? Porque são coniventes com o crime’

leave a comment »

O deputado federal Dr. Rosinha (PT-PR), coordenador nacional da Frente Parlamentar da Terra no Congresso Nacional, participou na manhã desta quarta-feira (14) de um debate no Jornal da CBN com o deputado ruralista Ronaldo Caiado (DEM-GO). Tema: o “Abril Vermelho” promovido pelo MST.

Ouça abaixo o debate, mediado pelo jornalista Heródoto Barbeiro:

http://cbn.globoradio.globo.com/playlist/asx.php?audio=2010%2Fnoticias%2Fdebate_100414

Written by Fernando César Oliveira

14/04/2010 at 10:17

Publicado em Uncategorized

Tagged with

Dr. Rosinha defende projeto que garante acesso a informações públicas

leave a comment »

Deputado federal Dr. Rosinha (PT-PR) discursa em defesa do projeto que garante acesso a informações públicas e que acaba com ‘sigilo eterno’ de documentos. De autoria do deputado federal Reginaldo Lopes (PT-MG), o projeto foi aprovado na noite de 13 de abril de 2010. O parlamentar petista também criticou a falta de transparência na Câmara Municipal de Curitiba, na prefeitura da capital, na Assembleia Legislativa e no governo do Paraná.

Assista:

Saiba mais:
Projeto sobre acesso a informações públicas é aprovado na Câmara (Agência Brasil)
Câmara aprova lei que acaba com ‘sigilo eterno’ de documentos (Portal Vermelho)

Written by Fernando César Oliveira

14/04/2010 at 08:20

Publicado em Uncategorized

Tagged with